loamei: moonassi

Hoje o loamei de hoje vai ser um pouquinho diferente e vocês logo vão entender.

A Lomography lançou duas La Sardina essa semana, a Whisper e a Dream, ambas ilustradas pelo coreano Daehyum Kim, criador do personagem moonassi.

La Sardina Whisper

La Sardina Dream

A La Sardina tem todas as funções que todas as La Sardina têm. Mas o loamei de hoje será diferente pelo seguinte: vou apresentar hoje para vocês os desenhos de moonassi. É sempre bom conhecer arte nova, né? E moonassi é sensacional! Com certeza, em breve, comprarei a Dream.

I see you in the sea of you, junho de 2013

Weight of you, 2009

The moment I loved you, 2009

A path, 2009

When it rains, 2012

Blow your mind, 2010

A stammer, agosto de 2012

Gostaram? Eu gosto muito do trabalho do moonassi, e não vejo a hora de vir uma exposição dele para o Brasil! Enquanto isso, a gente pode matar a vontade no site dele.

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Qual é a abertura? – Colorsplash

Por ironia do destino, logo a primeira câmera que eu escolhi para a série não vai ter a informação da abertura. Gente, eu li manual, procurei na internet, rodei minha baiana e nada da maldita abertura. Mas tudo bem, a gente supera. Se eu ficar sabendo, digo para vocês. Se vocês souberem, por favor, comentem!

Porém, tenho várias outras informações sobre regulagem da Colorsplash. Nessa câmera, temos duas opções de velocidade de obturador representadas por desenhos: Sol e Lua.

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Quando o botão sol está acionado, a velocidade é 1/125. É uma boa velocidade, pois é rápida. Ou seja, é difícil desfocar com ela (ainda mais quando o flash está ligado). 

Quando o botão lua está acionado, temos o bulb, que é aquela velocidade que possibilita longa exposição. O bulb permite que você, segurando o disparador pelo tempo que desejar, deixe a luz entrar na câmera pelo tempo que segurar o disparador. Se o flash estiver ligado, vai estourar somente quando você soltar o disparador. Ou seja: aproveite para fazer lightpainting! Mas muito cuidado para não segurar muito tempo e estourar sua lomografia.

No mais, como alta velocidade tende a deixar as fotos um pouco mais escuras, é sempre bom combinar com ISO médio ou alto, como 400 ou 800. Porém, com ISO 800, as fotos vão ficar mais granuladas. Se esse for seu objetivo, tudo bem. Ah, as fotos vão ficar claras demais se usar a câmera de dia. Se sua intenção é fotografar de dia também, o ISO 400 é mais indicado.

E esse botão off?

É o que eu mais gosto nessa câmera! Se você vai levá-la na bolsa e tem medo que ela dispare sozinha lá dentro, você posiciona em off e ela impede o disparo. Não tem como perder quadros assim!

Fora isso, o foco também é fixo para 1m. Isso significa que, se você chegar muito perto, a chance do objeto principal ficar desfocado é grande.

E aí, gostaram? (:

Semana que vem, tem a a Fisheye n. 1!

 

Qual é a abertura?

Depois do último post, refleti sobre algo que, logo quando comecei, tive muita dificuldade: como regular bem a câmera sem saber a velocidade do obturador (quando a câmera não é totalmente manual)?

Todas as analógicas que adquiri até hoje são assim. É o que chamamos de velocidade fixa. Ou seja, não podemos mudar a velocidade. A maioria dessas câmeras também tem a abertura fixa. Resolvi, então, fazer uma série exemplificando com as minhas câmeras analógicas, quais as regulagens fixas de velocidade e abertura de cada uma, e como, a partir destas informações, regular ISO e exposição.

As câmeras que trabalharei serão essas:

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  1. Colorsplash
  2. Fisheye n.1
  3. La Sardina
  4. Diana F+
  5. Olympus Trip 35

Essa semana mesmo já sai o primeiro tutorial. Fique ligado!

Para aprender de uma vez

Esses dias, encontrei e compartilhei na nossa página no facebook passo-a-passo de compreensão muito fácil tanto para nós, lomoleigos, como para qualquer um que está começando a se aventurar pela área da fotografia.

Para ficar ainda mais fácil, dividi por partes para vocês:

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Seguindo direitinho a ordem do passo-a-passo, vou começar pela exposição mesmo. Vendo do lado esquerdo Nikon e do lado direito Canon, a gente tem a impressão de só dá para regular exposição nessas câmeras. Fique sabendo que não é assim! Qualquer câmera de regulagem manual pode ter também a opção de regular o fotômetro (que é exatamente o indicador de exposição). Fique atento que as câmeras da Lomography e algumas outras SLRs também não tem fotômetro, então você vai tentar regular a exposição de acordo com a luz do ambiente em relação ao seu ISO.

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Essa demonstração de abertura está sensacional! Ele tem os desenhos e as informações sobre foco, profundidade e claro/escuro. Aqui, a apresentação está tão dinâmica que não tenho muita coisa para explicar. O que você precisa ter em mente é que, quanto maior a abertura, menor é o número depois do f/ – é preciso estar atento.  De resto, tudo está aí: quanto maior é a abertura, mais profundidade sua foto vai ter, e a chance do fundo desfocar é maior. Agora, não esqueça de sincronizar a abertura com as outras regulagens, para não ter nenhuma surpresa ruim (como fotos estouradas demais ou escuras demais).

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Tem muita gente que chama de shutter, mas eu gosto de falar obturador porque sou brasileira e falo p0rtuguês (:

O que é importante saber aqui: quanto maior a velocidade (quando falamos velocidade, sempre é sobre o obturador), menos desfocada a foto fica. A maior velocidade possível é indicada para fotos em movimento, para o objeto em movimento não se tornar um borrão nas fotos. Repare que na velocidade, inversamente à abertura, quanto menor é o número, maior é a velocidade.  Ali, antes do 30′ tem a opção Bulb. Não são todas as câmeras que têm essa opção, mas modelos como La Sardina e Diana F+ tem. Geralmente, é o B quem vem ao lado de alguns desenhos. Usando o Bulb, você segura o disparador por quanto tempo quiser, e isso permite a existência do lightpainting (se esse for o objetivo). Mas cuidado: as chances de estourar a foto toda e perdê-la é grande, já que,  quanto menor a velocidade, mais clara é a foto.

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O ISO, para mim, é o mais fácil. São poucas as analógicas em que podemos regular o ISO (ou ASA), uma vez que podemos escolher filmes com ISO pré-determinado. O sistema é o mesmo: usar ISO baixo quando há muita luz e ISO alto quando há pouca luz. Se você quer que as fotos fiquem propositalmente granuladas, use o ISO alto, já que, quanto maior é o ISO, mais granulada é a foto. Para quem está começando e não quer perder filmes até aprender e experimentar bastante, eu indico sempre filmes com ISO 200 ou 400. Quando usamos ISO 100, as fotos todas devem ter muita luz e, a menos que você queira bater um filme inteiro de uma vez num lugar como praia ou qualquer lugar ao ar livre num dia ensolarado, não vai dar para usar esse ISO em ambientes fechados ou de noite.

Existem, aqui no blog mesmo, alguns posts antigos sobre essas regulagens que você pode conferir aqui aqui.

E agora, ficou mais fácil pra vocês? (:

Voltei para ficar

Passa abril, passa maio, passa junho. Chega, né? Hora de tomar vergonha no nariz e voltar.

É claro que devo uma explicação pra vocês. Vou explicar tintim-por-tintim.

Em abril, logo depois do último post (em oito de abril, saravá), entrei em período de provas. Aí foi um tal de estudar, correr pra fazer prova, voltar, estudar… Uma correria só. Como estou no penúltimo período da faculdade, a correria de prova sempre aumenta.

Duas semanas de provas se passaram e eu tive uma idéia super legal: criar a página tutolomo! O que seria isso? Uma página exclusiva para tutorias daqui do blog. Principalmente pra quem está começando agora (como um amigo meu, inspirador da página. Em breve conto a história com calma). A montagem da página começou e eu estava fazendo tudo aos pouquinhos, com muito capricho e dificuldade – uma vez que não entendo quase nada de webdesign – quando chegou o grande problema que me deixou afastada de tudo na vida: a celulite bacteriana.

Não, não é sacanagem. É uma doença meio grave, e não é legal acontecer uma vez com ninguém. Então, digo pra vocês: tive cinco.

Sério! A primeira (que na verdade, foram dois pontos) foi no ano passado, em agosto. Em maio, tive de novo, mas no pé esquerdo. A coisa começou a complicar. Foram dez dias de reclusão e repouso absoluto, sem poder andar, tomando quatro remédios diferentes, correndo por vários médicos diferentes. Quando finalmente fiquei boa, no décimo primeiro dia, resolvi ir no supermercado, só pra ter o gosto de sair de casa (porque eu ODEIO mercado). Foi aí que me ferrei de verdade e a doença chegou no pior nível: um – ou alguns –  inseto me picou e surgiram outras três celulites bacterianas, cada uma num ponto. São mais dez outros dias de repouso, correria por médicos e tudo mais. Faculdade, estágio, trabalho e blog longe de mim!

Mas, hoje eu voltei, e agora é pra ficar! Vou voltar a me dedicar aos posts aqui – em breve, surgirão novidades –  e à montagem do tutolomo. Me desculpem por esse tempo todo de ausência! Juro que vou voltar com força total e vai ter valido a pena o suspense (:

Um beijo em todos os meus lomoleigos <3

Uma Pessoa Por Dia

Ai, meu povo, to devendo tanto, mas TANTO que pega até mal me justificar. Mea Culpa.

Olha, hoje trago uma idéia bem legal. Apesar de não ser analógica, acho bem inspiradora – e podemos transferir facilmente para a lomografia.

Hoje, enquanto dava uma olhada no Facebook pelo celular, vi que uma página foi curtida por uma amiga. Curti o nome e fui conferir. Tratava-se do projeto da Monalisa Marques, estudante de jornalismo.

O projeto Uma Pessoa Por Dia consiste em, como o nome indica, em um retrato diferente a cada dia do ano de 2013, sem nunca repetir um rosto. O legal do projeto, além desse objetivo superinteressante, é que, ao postar a fotografia, a Monalisa conta um pouquinho da história do fotografado.

Aqui estão alguns dos retratos (e suas histórias) que eu mais gostei:

Luiz Filipe. Cuidou de 384 dentes.

Luiz Filipe. Cuidou de 384 dentes.

Edson. Tem uma noite inteira de vigilância pela frente.

Edson. Tem uma noite inteira de vigilância pela frente.

Alice. Está desempregada.

Alice. Está desempregada.

Joel. Viajou hoje à tarde para o Lollapalooza, mas nós vamos com ele pra night do Rio mesmo assim.

Joel. Viajou hoje à tarde para o Lollapalooza, mas nós vamos com ele pra night do Rio mesmo assim.

Kim. Vai passar o dia observando o movimento lá fora.

Kim. Vai passar o dia observando o movimento lá fora.

Wendrew. Não foi ao cinema.

Wendrew. Não foi ao cinema.

Gostou? Curte você também ;)

loamei: Satomi

Só porque não fiz o loamei de semana passada, resolvi fazer o seguinte: caprichar no loamei de hoje. Acho que fiz meu trabalho direitinho, viu?

Hoje apresento a vocês Satomi Sugiyama, uma americana de North Hollywood. Ela é fantástica!

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A Satomi faz retratos maravilhosos. Não nem muito há dizer além de uma info que vai deixar vocês mais embasbacados: esses retratos são de uma Diana F+ com Flash, sem nenhuma lente especial ou coisa do tipo. A nossa lomógrafa não é chegada aos efeitos manipulados, então ela faz tudo ao natural mesmo! Inacreditável, né?

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Como você pode perceber, ela adora médio-formato – e aplica suas idéias nesse formato com uma beleza… Dá vontade de ir atrás dela e perguntar como ela faz isso tudo! Essas duas foram feitas com filmes simples de ISO 400 da Fuji.

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Curtiu? Na LomoWall da Satomi tem muito, MUITO mais! ;)

Lomography e seu(s) Cantinho(s) da Pechincha

Oi, povo!

Não sei se vocês têm acompanhado a reconstrução da loja online da Lomography (que me decepcionou e me alegrou em certos pontos), mas, na última semana, surgiu uma novidade cheia de amor: o Discounts and Deals <3

Lá, tem rolado descontos mega em conta pra câmeras como a Holga, a Pop 9 e a Colorsplash, pra lentes e alguns acessórios amor <333

Entretanto, contanto, todavia, rola aquela chatice de frete fixo de vinte reais e de só poder pagar no cartão de crédito. Quem não se permite ter um cartão do capeta desses (como eu) fica chupando dedo.

Mas gente, quem poderá me defender?

Chapolin Colorado!

Ah, a querida da Lomography da Barata Ribeiro! No mesmo dia que o Discounts and Deals estreou, a Lomography física encheu o coração de alegria e criou o Cantinho da Pechincha.

No dia mesmo, herege que sou, nem liguei pro Cantinho da Pechincha. Porém, um dia uma luz veio aos meus olhos e entrou na minha mente na voz ~voz esquizofrênica da mente~: Mari, por que você não dá pelo menos uma olhadinha no Cantinho da Pechincha? Só uma, vai…

Olhei.

GENTE.

MORRI! É tudo muito mais barato nesse Cantinho! Coisa de metade do preço!

Lomokino, Diana com Flash e Fisheye One Red te SUPLICAM a colocar as mãos nesse bolso vazio!

Minha dica é: Se você mora no Rio ou está por aqui, dá uma passada na Lomography Gallery Store porque tá valendo muito a pena, viu? Para mim, só faltam os filmes entrarem nessa pechincha toda!

loamei de terça: Analog Love

Dessa vez, não vou me desculpar com vocês pelo mega-atraso do loamei porque esse vem com bônus. ;)

Quem acompanha o LLPL no Facebook, sabe que a lomógrafa Marina Faria teve uma iniciativa muito interessante: o Analog Love.

O Analog Love é um tumblr de lomografias da própria Marina. Lá, você pode escolher qualquer foto que ela transforma em imã! Gente, é uma lindeza fazer um lomowall na porta da geladeira, no mural de fotos, no quadro de avisos, no microondas…

Como sempre achei a história do Analog Love legal, pedi pra Marina responder umas perguntinhas e aí surgiu o loamei entrevista, que você pode conferir logo abaixo:

Como foi seu encontro com a fotografia analógica?

Marina Faria: Quando criança eu tinha minha camerazinha automática de plástico. Na faculdade, tive um semestre de fotografia analógica, mas comecei a me envolver mesmo com a fotografia analógica quando conheci a Lomography e suas câmeras “diferentes”. Me encantei com o fato de poder criar fotos com movimento, com as câmeras multi lentes, assim como colorir fotos com flashes coloridos e criar fotos com múltiplas exposições.

E qual é a sua preferência em relação a câmeras e filmes?

Minha câmera favorita no momento não é da Lomography(apesar de eu usar bastante a La Sardina).
É a Olympus Trip 35, mas ainda estou a procura da minha “câmera perfeita”.
Já em relação aos filmes, eu adoro usar filmes cromo e revelação cruzada. Uns dos preferidos são o Fuji Velvia ISO 100 e o Slide ISO 200 da Lomography.

De onde surgiu a idéia para o Analog Love?

A ideia de fazer os ímãs surgiu quando uma amiga que havia se mudado para um novo apartamento me disse que ia ganhar uma geladeira. Como eu estava querendo presenteá-la com algumas fotografias minhas para decorar o novo cafofo, me surgiu a ideia de fazer os ímãs, que dariam uma cor pra esse novo elefante branco na cozinha. Fiz pra ela, outros amigos começaram a pedir e desde então eu faço os ímãs para vender. O legal é que além de levar um pouco de cor e de ares praianos pra cozinha, os ímãs são uma forma de tirar as fotografias, que são analógicas, da tela do computador, do mundo digital, e trazê-las para a vida real.

Uma delícia, né? E o mais bonito e fofo é que ela faz tudo à mão, com o maior carinho e amor, gente. Marina, o próximo pedido será o meu, te prepara!

Quem estiver interessado e morar em Sampa, pode dar uma passada no Uvaia Hostel, em Vila Mariana, que os imãs estão à venda por lá.

Quem não estiver em SP e tiver internet (você tem porque você está me lendo, então relaxa aí), é só escolher as fotos pelo Flickr do Analog Love e mandar o pedido para o email foto.marinafaria@gmail.com com o link da foto que você tiver eleito.  Os imãs podem ser quadrados (6x6cm), retangulares (6×9) ou panorâmicos (7×15).

Um dia na Lomography Gallery Store Rio

Meu povo, que semaninha difícil.

Estou sumida, mas cá estão meus motivos: voltei a estudar, comecei a estagiar em dois lugares diferentes e fui atingida pela enchente de terça-feira no Rio. Fiquei presa no trânsito, o motorista se recusou a entrar na minha rua e eu tive que encarar muita água e muita chuva com um vento fortíssimo pra chegar em casa. Minha rua ficou completamente sem energia durante umas doze horas e meu apartamento no sétimo andar também ficou um pouco alagado(!). O lugar onde faço estágio também ficou alagado e só fiquei sabendo quando cheguei lá hoje de manhã, depois de ter dormido somente duas horas. Caótico.

Dada minha explicação, acho que agora nós DEVEMOS falar de coisa boa.

Quem acompanha a página do LLPL no Facebook sabe que, há um tempinho, fui na Lomography de Copacabana e fiz um tour lá dentro. É bem legal e sempre que dá vou lá, mas dessa vez quis fotografar algumas coisas para mostrar para quem ainda não conhece.

Essa foi a única coisa da Lomography que eu esqueci de fotografar com meu celular: a entrada. Como acho super importante mostrar a fachada da loja, peguei essa imagem do baile carnavalesco desse ano (que foi a única que eu consegui). Não dá pra ver muito bem, mas o espaço que envolve essa placa luminosa da Lomo é uma grade preta. É bem fácil de encontrar a loja, sem desespero nenhum.

2013-02-16 14.40.28-2 2013-02-16 14.40.16-2Entrando na loja, à esquerda, a primeira coisa que a gente vê são as câmeras. Primeiro, a gente fica admirando, admirando e admirando um pouquinho mais… depois, dá vontade de abrir a bolsa e levar tudo que der. Porém, quando lembramos que somos pessoas civilizadas, bate uma depressão ):

Logo que conseguimos desgrudar os olhos de lá, do ladinho tem esse luminoso lindo. SEMPRE fico super encantada, mas também SEMPRE esqueço de fotografar com as minhas analógicas. Nesse dia mesmo eu tinha duas na bolsa e só tirei com o celular. Memória não é pra todo mundo.

2013-02-22 11.37.33Do lado direito, existe esse LomoWall lindo e de verdade! Sempre me inspiro e, qualquer dia desses, ainda faço isso aqui em casa. Da última vez que fiquei sabendo, ia rolar uma exposição de lomografias de quem manda revelar seus rolos lá.

Ah, essa é uma dica maravilhosa: até hoje, a Lomography foi o melhor lugar para se revelar e digitalizar filmes que encontrei. A qualidade é ótima e é mais barata que todos os outros lugares do Rio que já tentei. São muito cuidadosos, rápidos e capazes, gente. <3

2013-02-16 14.35.38-2 2013-02-16 14.36.06-2 2013-02-16 14.39.54-2Andando mais um pouquinho, a gente encontra a Lomokino junto com a LomokinoScope em exposição <3

Na realidade, a gente encontra várias câmeras em exposição, mas o mais legal é que eles incluem em cada espaço de exposição uma demonstração em fotos do que cada câmera pode fazer, em que formato ela revela, que tipo de filme utiliza… Muito interessante mesmo!

Nessa última foto, essa mesa. Sou APAIXONADA por essa mesa. Ela tem várias lentes, livros e acessórios para as câmeras lomo. E sim, todos estão à venda! Toda vez que acordo cedo para trabalhar e me sinto torturada, olho a foto dessa mesa e penso: é para isso que eu acordo cedo. ;)

2013-02-16 14.39.23-2 2013-02-16 14.38.50-2 2013-02-16 14.38.38-2A primeira foto é do lugar que eu considero mais legal da loja (é, estudante de História…): a linha do tempo. Ali, tem câmeras, cada uma de um ano, cada uma com uma fotodemonstração, cada uma com sua história (como surgiu, como funciona…).

Essas duas últimas demonstram o estilo da loja: a segunda foto, se não me falha a memória, é de onde fica o caixa da loja. A parede é linda assim mesmo.

A última também tem um significado super lindo: é ali que são realizados os famosos workshops da Lomography Rio! Juro que um dia participo (Taci, estamos aí) e venho aqui mostrar à vocês.

Gostaram? Se quiserem ver mais fotos e mais informações, acessem aqui a página deles no Facebook.

A Lomography Gallery Store fica Rua Barata Ribeiro – 369 – Copacabana.

Fica pertinho da esquina da Rua Barata Ribeiro com a Santa Clara.