Primeiras Impessões:Filme Lomography Redscale XR Negative – ISO 50-200 (120)

Esse aí é o filme do título. Ele foi minha alegria e minha desgraça: coisa que, nós, novatos, temos que nos acostumar.

Pessoalmente, esse filme me deixou decepcionada por erros meus. Ou seja, com ele, aprendi várias coisas, como: não segurar o disparador muito tempo. Gostar de foto com efeito estourado não significa que você precisa estourar a foto toda e perdê-la.

Outra coisa que aprendi foi que com Redscale XR as fotos melhores são as com pouca luminosidade.

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Essa lomografia foi tirada para making of da capa do próximo livro do Leleco, meu marido. O ambiente era pouquíssimo iluminado: só contava com o flash do fotógrafo, Fernando Monteiro e sua assistente, Ester Marak, e uma lâmpada muito fraquinha. A foto ficou bem nítida e bonita.

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Já essa foi tirada num sol de meio-dia. É, eu sei, também fiquei chocada. Perdi algumas fotos por conta disso.

Eu tentei me arriscar no Pinhole (até onde eu sei, aquela técnica da vinheta), mas não entendo nada sobre isso ainda. O resultado foi esse:

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Isso era para ser um microfone. Como vocês podem ver, foi clicada num escuro quase absoluto, com apenas um feixe de luz. Se eu não tivesse colocado em modo P, teria ficado nítido. Ou seja: nessa caso, foi erro de escolha. As fotos em Pinhole geralmente ficam desfocadas e essa é a graça desse efeito. Eis outra tirada em Pinhole, mas com luz de fim de tarde:

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Essa, por ser Pinhole e a velocidade diminuir com esse efeito, ficou só aquele estouradinho legal. Se o modo P não estivesse acionado, provavelmente seria outra foto estourada por completo.

Como vocês podem perceber, nesse filme também usei uma máscara. Máscaras são aqueles quadradinhos pretos que vem junto com a Diana para você encaixar dentro da câmera. Elas fazem bordas e permitem fazer 16 fotos – sem máscara, são 12. Você pode comparar aqui.

Ah, esse filme diz que o ISO é variável (entre 50 e 200) e que ele se ajusta à luz que o ambiente oferece. Besteira! Se isso acontece, eu não percebi. MESMO. Se isso funcionasse, minhas fotos que não saíram por muita luminosidade teriam se ajustado ao menor ISO para sair. Minha dica é, se for comprar um filme colorido ou redscale (não digo PB porque ainda não usei preto e branco), prefira um ISO sempre entre 200 e 400. Dessa forma, você não perde nem as tiradas em ambiente claro, nem as tiradas em ambiente escuro.

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Eu simplesmente adorei dupla/múltipla-exposição com esse filme! Nessa, primeiro lomografei um jardim de flores bem pequeninas de cor lilás e, depois, fiz esse retrato.

Mais uma coisa que aprendi com este filme – esse também é um lembrete pessoal: se usar o splitzer, lembre-se de fazer outra(s) exposição.

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“Dupla”-exposição com splitzer sem a segunda exposição

Para finalizar, vou resumir tudo que achei desse filme (sem levar em conta meus próprios erros):

O Lomography Redscale XR é um filme muito específico. Os tons ficam muito fortes para um Redscale. Não é um filme para se fotografar qualquer coisa porque ele é bem especial e único. Funciona melhor em ambientes com pouca luminosidade, e o ISO variável não funciona.

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P.S.: Escolha um bom lugar para revelar e digitalizar suas lomografias. A desse filme não ficou legal.

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